respondendo a um testemunha de jeová parte 3 🤥
1) > Na Bíblia, a expressão “um Deus” não é aplicada a ninguém de forma real ou ontológica, exceto ao Pai, ao Filho e aos deuses falsos.
Do ponto de vista estritamente linguístico, traduzir o termo grego θεός como “um Deus” não é, em si, errado. Essa tradução corresponde formalmente ao que está expresso no grego.
O problema, portanto, não reside na tradução em si, mas na forma como o leitor moderno tende a compreender essa expressão.
Traduzir por “um Deus” não altera o conteúdo semântico original — assim como colocar um zero à esquerda de um número não altera seu valor —, porém aumenta o risco de confusão, pois induz o leitor a imaginar “um deus entre outros”, como se houvesse diversos seres da mesma categoria divina.
Esse mesmo fenômeno é observável em traduções antigas, como no copta saídico: o sentido do texto não é modificado, mas a forma de leitura pode conduzir a interpretações equivocadas.
Quando um leitor entende “um Deus” como expressão de autoridade delegada, ou como referência a um deus genérico entre outros seres que exercem funções semelhantes, cria-se um paradoxo que entra em conflito com a consistência interna das Escrituras.
Em toda a Bíblia, apenas o Pai, o Filho, o Espírito Santo e deuses falsos recebem o título de “Deus” no singular.
Além disso, no mesmo contexto da Tradução do Novo Mundo, Jesus é chamado de “Deus unigênito”, o que exclui explicitamente a existência de qualquer outro da mesma categoria ou função.
Assim, o acréscimo do artigo indefinido “um” não acrescenta absolutamente nenhum conteúdo semântico ao texto original; ele apenas introduz ruído interpretativo.
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2) REFUTAÇÃO DETALHADA – correção de desvios comuns de leitura
❓ A ideia de que pessoas ou anjos são chamados de “um Deus”
Essa afirmação não encontra apoio bíblico.
A Escritura não chama, de forma individual e real:
anjos de “um Deus”;
homens de “um Deus”;
juízes, levitas, sacerdotes ou profetas de “um Deus” no sentido singular e ontológico.
O que existe são outros fenômenos linguísticos, que não devem ser confundidos com isso.
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✅ 1) Anjos, juízes e autoridades → “deuses” no plural
Textos como:
Salmo 82:1,6
Êxodo 22:8–9
João 10:34
utilizam o termo elohim no plural, com sentido:
coletivo,
funcional,
judicial ou representativo.
❗ Esse uso nunca é:
ontológico,
individual real,
título pessoal singular (“um deus”).
Portanto, esse argumento não sustenta a ideia de “um Deus” aplicado a indivíduos.
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✅ 2) Demônios e falsos deuses → “deus” por culto indevido
Textos como:
1 Coríntios 8:5
2 Coríntios 4:4
aplicam o termo “deus” porque há adoração indevida, não porque haja natureza divina real.
Esses casos se enquadram claramente na categoria de deuses falsos, não em uma suposta classe de “deuses verdadeiros menores”.
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✅ 3) Moisés é chamado Deus?
Não.
📖 Êxodo 7:1 afirma:
> “Eu te constituí como Deus para Faraó”
O texto não declara que Moisés é Deus, nem lhe atribui um título ontológico.
O sentido é funcional: Moisés atuaria diante de Faraó como Deus atua — com autoridade, juízo e palavra eficaz.
A estrutura é a mesma de expressões comuns da língua:
> “Pedro será por pai de Paulo”
Isso não significa que Pedro se tornou pai literal ou ontológico, mas que exercerá funções próprias de um pai: cuidado, correção e autoridade.
Da mesma forma:
Moisés não é Deus,
Moisés age em função semelhante à de Deus diante de Faraó.
➡️ Função não é identidade.
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3) Ponto central: “um Deus” não expressa autoridade delegada
Autoridade delegada não é expressa pela formulação “um Deus”.
Na Bíblia, autoridade delegada é indicada por expressões como:
“como Deus”,
“em lugar de Deus”,
“representando Deus”.
Ela nunca é expressa pela declaração direta: “ele é um deus”.
Portanto, usar “um Deus” para justificar:
hierarquia entre deuses verdadeiros,
múltiplos deuses reais,
divindade secundária,
é incompatível com a consistência interna das Escrituras.
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4) Jesus como “Deus unigênito” — critério decisivo
📖 João 1:18 chama Jesus de “Deus unigênito”.
O termo μονογενής significa:
único,
sem igual,
sem par,
sem categoria paralela.
Logo, se Jesus é “Deus unigênito”, não existem outros deuses verdadeiros da mesma classe, função ou natureza.
Isso invalida completamente a leitura:
> “um Deus = um entre muitos”
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5) CONCLUSÃO FINAL
✅ A Tradução do Novo Mundo está correta do ponto de vista linguístico.
✅ Ela traduz fielmente o que o grego permite expressar.
❌ O erro não está na tradução.
❌ O erro está na forma como alguns leitores a interpretam.
O artigo “um” não acrescenta nada ao sentido original.
Ele funciona apenas como um zero à esquerda:
não altera o valor,
apenas facilita a confusão.
📌 Portanto:
o grego não ensina múltiplos deuses reais;
a TNM não cria esse conceito;
esse conceito surge de uma leitura sistemática equivocada, não da tradução.
I. O Teste da Coerência na Expressão “Meu Deus”
A expressão "Meu Deus" (ho Theós mou), usada por Jesus e por Tomé, exige consistência interpretativa para evitar contradições na aplicação da doutrina.
As Passagens em Foco
João 20:17: Jesus diz: "...estou ascendendo ao meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus."
Apocalipse 3:12: Jesus repete quatro vezes a expressão “meu Deus” ao falar sobre o templo e o nome da Nova Jerusalém.
João 20:28: Tomé confessa a Jesus: "Meu Senhor e meu Deus!"
O Questionamento da Inconsistência
Se a interpretação refutada defende que "meu Deus" dito por Tomé (João 20:28) NÃO significa deidade literal para Jesus, então, por coerência, essa mesma expressão "meu Deus" repetida por Jesus (João 20:17 e Apocalipse 3:12) também NÃO deveria significar que o Pai é literalmente Deus.
Forçando a Consistência Lógica
Ou "meu Deus" significa deidade literal nos DOIS textos (Tomé e Jesus para o Pai).
Resultado: Tomé chamou Jesus literalmente de Deus.
Ou "meu Deus" NÃO significa deidade literal nos DOIS textos.
Resultado: Jesus não está afirmando que o Pai é Deus, o que é teologicamente inaceitável.
Se a mesma expressão significa "Deus funcional" para Tomé, então também deveria significar "Deus funcional" para Jesus. A aplicação de dois pesos e duas medidas expõe a inconsistência interpretativa.
Acredito que em anbos os casos Jesus tem um Deus acima de Si, e sim ele é paradoxalmente atribuído com os mesmos títulos que o pai , o fato de Jesus ter " Deus " denota a sua origem divina, isto é como palavra de Deus, Jeová esta acima da sua palavra mas a sua palavra não é criada, é a manifestação do que Deus é , oque emana do seu ser, exemplo Deus é amor , mas em muitos casos o amor divino é chamado de" amor de Deus " oque denota posse, de forma similar não seria estúpido traduzir 1jo 4 como " o amor é Deus " pois o amor de uma forma genérica, são reações químicas que ocorrem no cérebro, ao voltar ao denominador comum de todas as mentes o amor só pode ser o próprio Deus, isto é o padrão máximo para distinção do que é ou não amor é o próprio Deus, ou seja o amor com conceito absoluto é Deus, mesmo assim o amor de Deus esta sujeito a Deus, e por assim dizer Deus é o Deus sobre o amor , embora o amor seja divino, o amor esta sujeito a ele, de forma similar acontece, com o Espírito de Deus. Em outras palavras dizer que o pai é o Deus de Jesus não há equívoco , ou paradoxo algum, pois o pai é a fonte de Cristo, Deus é a fonte da sua palavra, mas a sua palavra não é uma criação sua , mas a sua extensão...
Exemplo/
Efésios 1:3
"Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,"
Hebreus 10:5,7
[5]Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz " venho, ó Deus, para fazer a tua vontade "
Bíblia KJA
Isaías
40:8 A relva murcha e as flores caem, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente!”
45:23 Por mim mesmo tenho jurado; da minha boca saiu o que é justo e a minha Palavra não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua.
55:11 assim também acontece com a Palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas realizará toda a obra que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei.
66:1 Eis a Palavra do SENHOR: “O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés; sendo assim, que espécie de Casa me haveis de edificar? Tal Casa será o meu local de descanso?
66:5 Ouvi, pois, a Palavra de Yahweh, vós que tremeis diante da sua Palavra: “
João 1:1: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." ( era divino)
João 1:14: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós..."
1 Pedro 1:23, 25: "...pela Palavra de Deus, que é viva e permanece para sempre... Ora, esta é a Palavra que vos foi evangelizada."
2 Pedro 3:5, 7: "...os céus e a terra, pela Palavra de Deus que agora existem, são reservados..."
Apocalipse 19:13: "...o seu Nome é A Palavra de Deus."
Ou seja a vida eterna é conhecer a Deus por intermédio da sua palavra pela revelação do Espírito. " Santifica-os na verdade " eu sou o caminho ea verdade "
II. A Glória Divina e a Impossibilidade da Obra da Criatura
A graça funciona segundo um princípio simples: toda obra realizada por Deus resulta em glória que retorna a Deus. Deus é o único cuja glória não pode ser compartilhada (Isaías 42:8).
O Princípio da Glória e a Criatura
Se uma obra é realizada por uma criatura, parte da glória necessariamente permanece nela, pois ela é o agente real da ação. Criaturas recebem honra proporcional às obras que desempenham.
Isso violaria o princípio de que Deus não divide Sua glória com outrem.
A Natureza da Obra de Jesus
Jesus realiza obras que, se fossem feitas por qualquer criatura, atrairiam glória para si e diminuiriam a glória de Deus. No caso de Jesus, porém, essas obras não resultam em glória para Ele ; ao contrário, a glória retorna integralmente a Deus, pois Jesus é a sua palavra , exatamente como acontece quando Deus opera diretamente.
Isto revela que não é uma criatura que está realizando o trabalho, mas é Deus operando em Jesus, de modo que a obra e a glória permanecem divinas.
Obras de Jesus Incompatíveis com a Condição de Criatura
O raciocínio se torna forte ao observar o tipo de obras que Jesus executa:
Obra de Mediar: Ninguém pode mediar entre Deus e criaturas sem receber a remuneração devida pelo trabalho de mediador (1 Timóteo 2:5).
Obra de Interceder: Uma intercessão eterna e perfeita (Hebreus 7:25) depende de atributos que uma criatura não possui.
Obra Sacerdotal: Um sacerdote celestial que nunca falha e nunca morre (Hebreus 7:24) não pode ser criatura.
Obra de Conduzir a Adoração: Toda adoração verdadeira passa por Ele, mas a glória retorna a Deus.
Obra de Conduzir a Oração: Toda oração aceita por Deus passa pelo nome de Jesus.
Consequências da Criação
Se Jesus fosse uma criatura:
Ele seria um ponto final da adoração.
A glória das obras ficaria parcial ou totalmente com Ele.
Ele receberia honra proporcional ao tamanho de sua obra.
Isso violaria o princípio de que Deus não divide Sua glória com outro (Isaías 42:8).
Isso anularia o princípio de que "ninguém se glorie" (Efésios 2:8).
João 4:22 — “nós adoramos”.
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Observe a diferença na oração de santificação
📖 João 17:17 (ACF)
> “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.”
A oração de Jesus para que os discípulos sejam santificados não inclui a si próprio, porque Ele já é a Santidade encarnada. Se a oração fosse feita por um profeta ou sacerdote humano — por exemplo: “Santifica-nos, a mim e a este povo” — o falante estaria literalmente incluído na necessidade de santificação.
Jesus, ao orar por eles e não por si mesmo, se coloca como o Agente da santificação, e não como o objeto da santificação.
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O “nós” é genérico
O “nós” é genérico, pois não faz distinção explícita, embora essa distinção exista:
Jesus é superior aos demais judeus;
Jesus é sem pecado, enquanto os judeus são pecadores.
O erro está em generalizar a fala de Jesus. O “nós” inclui Jesus em alguns aspectos, não em todos.
Jesus:
1. Vai a Jerusalém;
2. Não deixa de participar das festas;
3. É judeu;
4. É sem pecado;
5. Não adora nenhuma vez com προσκυνέω;
6. Está debaixo da Lei.
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O que os judeus comuns fazem
Os judeus comuns:
1. Adoram;
2. Oferecem sacrifícios;
3. Participam dos rituais com a intenção de alcançar purificação dos pecados;
4. Têm fé em Deus;
5. Precisam dos sacrifícios.
Ou seja, o leitor atento faz a distinção entre Jesus e os judeus.
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“A salvação vem dos judeus”
Jesus é judeu, mas a distinção entre Jesus e os demais judeus é o ponto crucial.
Se Jesus fosse um adorador no mesmo sentido dos judeus, então os judeus seriam a salvação. Mas o texto não diz isso.
Não se pode generalizar, pois isso colocaria os pecadores no mesmo nível de Jesus.
Os judeus frequentavam Jerusalém nas festas; Jesus também.
Os judeus ofereciam animais pelos seus pecados; nesse ponto Jesus era exceção.
O Cordeiro anualmente sacrificado incluía todo o povo, mas excluía Jesus, pois Ele não precisava do sacrifício.
Portanto, Jesus se coloca no mesmo lugar que os judeus posicionalmente, mas não literalmente.
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Inclusão e exclusão ao mesmo tempo
Jesus se inclui com os judeus, mas não na adoração.
Da mesma forma, os judeus incluem Jesus, mas excluem a necessidade de salvação n’Ele.
“A salvação vem dos judeus.”
Se não houver distinção, haverá erro.
Assim:
A salvação vem dos judeus, mas exclui os judeus como agentes e é exclusiva de Jesus;
A adoração é o oposto: exclui Jesus e inclui os judeus.
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O uso de “nós”
O uso de “nós”:
Pode incluir identidade;
Pode excluir função.
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Aplicação direta ao culto em Jerusalém
Os judeus:
Iam a Jerusalém;
Ofereciam sacrifícios por pecado.
Jesus:
Ia a Jerusalém;
Não oferecia sacrifícios por si;
Era o Cordeiro incluído no sistema, mas não beneficiário dele.
➡️ Ele está no meio do povo, mas fora da necessidade que define o rito.
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Isaías 53:6
> “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas…”
Logo em seguida:
> “Mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”
Aqui:
“nós” = pecadores;
“ele” = ofertante e oferta.
➡️ O Servo se identifica com o povo, mas é excluído da categoria “pecador”, como Cordeiro, não como necessitado.
Isso destrói qualquer leitura literalista do “nós”.
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Hebreus 2:17
> “Convém que em tudo fosse semelhante aos irmãos…”
Semelhança não inclui:
Natureza pecaminosa;
Necessidade de purificação;
Culpa.
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João 17:17 novamente
> “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.”
Jesus não diz:
> “Santifica-nos”.
Por quê?
Porque:
Ele é a Palavra;
Ele é a Santidade encarnada;
Ele é o Agente da santificação, não o objeto.
➡️ Aqui a exclusão é ontológica, não gramatical.
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“Nós” usado por profetas sem inclusão funcional
✅ Daniel 9:5
> “Pecamos, cometemos iniquidade, procedemos impiamente…”
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Exemplo explícito de “nosso” que não inclui literalmente o falante
✅ João 20:17
> “Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.”
Se “nosso” fosse sempre literal e simétrico, Jesus diria:
> “Nosso Pai, nosso Deus”.
Mas Ele separa intencionalmente:
Relação filial única (“meu”);
Relação participada (“vosso”).
➡️ A linguagem coletiva não apaga distinções essenciais.
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Analogia simples
“Nós, os brasileiros, trabalhamos para o governo.”
Um cidadão pode dizer isso legitimamente.
O presidente da República também pode dizer isso sem se incluir funcionalmente.
Do mesmo modo:
> “Nós adoramos o que sabemos.”
Inclui Jesus quanto à identidade judaica e ao contexto do culto em Jerusalém, não quanto à prática literal de adoração cultual como necessitado.
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Mateus 11 e o verbo ἐξομολογέω
📖 Mateus 11:25
> “Eu te louvo (ἐξομολογοῦμαί σοι), Pai…”
O verbo não é:
προσκυνέω (adorar);
λατρεύω (servir cultualmente).
ἐξομολογέω significa:
Declarar publicamente;
Reconhecer abertamente;
Confessar.
Usos horizontais:
Tiago 5:16;
Atos 19:18.
Usos verticais (sem culto técnico):
Romanos 14:11;
Filipenses 2:11.
Nem todo louvor é culto.
Nem toda confissão é adoração.
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Conclusão teológica final
Jesus é a Palavra de Deus. Nada é mais natural do que Sua submissão.
Essa submissão não implica adoração.
Jesus não é adorador; Ele conduz a adoração.
Nenhuma criatura jamais ocupou essa função.
“Ninguém vem ao Pai senão por mim.”
Jesus é incriado, mas não é adorado;
não é objeto de culto, nem praticante cultual como criatura.
Toda glória é dirigida ao Pai.
Colocar uma criatura entre Deus e as demais criaturas não glorifica a Deus.
Jesus, como a própria Palavra de Deus, revela Deus, conduz à adoração, ensina a adoração legítima, mas não adora nem é adorado, não é criado.
1. Pergunta central
Por que os Testemunhas de Jeová entendem que, quando Jesus se prostra, pede coisas a Deus e se submete à Sua vontade, isso é considerado adoração, mas quando se aplica o mesmo critério a Jesus, isso é reduzido apenas a prostrar-se em homenagem ?
Além disso, como explicar Jesus nunca aparece realizando proskyneō para o Pai, nem dulia?
Por que esse favoritismo interpretativo?
Trabalho = salário
Se toda a adoração a Jesus é relativa a Jesus (isto é, atravessa Jesus e vai para Jeová — de fato, é assim), então a pergunta é:
se Jesus é o único acesso a Deus, como pontífice da adoração, como ele pode receber a remuneração pelo seu trabalho de mediador e Deus ainda ficar com toda a glória no final?
Se não há adoração sem Jesus, e se ele não pode ser substituído, e se o seu trabalho tende a ser remunerado, como, então, a remuneração de um Jesus criado poderia voltar para Deus e não permanecer nele?
Remunerar o trabalho de Jesus faria vã glória, ou seria apenas uma remuneração que qualquer criatura pode receber?
Fale apenas sobre este assunto, sem argumentos trinitários e sem mudar de tema.
Como tentariam responder, e por que isso pode ou não combinar com o Jesus da Bíblia?
Jesus como instrumento criado × Jesus como instrumento incriado.
Este é o argumento do instrumento de direção.
O que Deus teria feito, segundo essa tese, foi apenas estabelecer um único caminho e forma de adoração, através do arcanjo Jesus.
Por que isso não funciona?
Porque mistura objetos inconsistentes: objeto consciente e objeto inconsciente.
Um objeto criado inconsciente não recebe remuneração; um objeto criado consciente, sim.
É como comparar um pincel com uma criança desenhando por ordem de outra pessoa.
Ou seja, a glória do trabalho de Jesus só volta para Deus se Jesus for a própria extensão divina, como o braço ou a boca — isto é, um instrumento consciente incriado. Nesse caso, o “salário” volta para o verdadeiro autor: o Pai.
Agora, responda sinceramente:
quais os pontos fortes e fracos da minha defesa e da defesa deles, e qual é a mais bíblica?
Jesus é a Palavra de Deus, instrumento incriado, ou instrumento criado?
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Não adianta comparar Jesus com sacerdotes e anjos, pois tanto uns quanto outros têm limite funcional: eles trabalham até certo ponto; Jesus, não.
Ele extrapola o limite.
O serviço de mediador dos sacerdotes e dos anjos termina quando o de Jesus começa.
Nenhum deles pode exercer funções diretas, pois isso configuraria remuneração proporcional e direta ao serviço.
Por isso sacerdotes têm limites; Jesus, não.
Os ministros angelicais e humanos recebem remuneração pelo trabalho, mas nunca exercem funções semelhantes às de Jesus na mesma intensidade.
Esse é o principal motivo pelo qual os anjos trabalham indiretamente.
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Trabalho = remuneração
Serviço de instrumento consciente ≠ serviço de instrumento inconsciente.
Se toda a remuneração volta para Deus, então ou Deus fez tudo sozinho, ou criaturas participaram apenas indiretamente.
Isto implica que, ou o serviço de Jesus não é direto — o que anula sua indispensabilidade e o caminho único —,
ou então não pode ser explicado como mero serviço de criatura criada.
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Lembrando que não estou dizendo que a remuneração de Jesus, como “mediador criado universal”, é igual a louvor dirigido a Deus.
Meu ponto é que um trabalho que cruza a fronteira do ministro indireto não é um serviço que glorifique mais a Deus.
Exemplo:
mais trabalho ≠ mais glória a Deus.
Mais trabalho indireto = mais glória a Deus.
O que muda é o volume do trabalho indireto, não a natureza do trabalho em si.
Pregar o evangelho é trabalho indireto.
Mas cruzar o limite do simples anúncio é que, na minha opinião, gera remuneração superior para a criatura.
Ou seja:
Trabalho direto = prepotência,
≠ mais glória a Deus.
Quanto mais obras diretas, mais recompensa direta.
Recompensa direta gera pluralidade.
Pluralidade × singularidade divina.
Porque há coisas que só Deus pode fazer, e ninguém pode fazer, nem mesmo com autoridade delegada.
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Exemplo:
Um rei pode delegar autoridade a um general para vencer uma guerra em seu nome.
Isso gera remuneração para o general e para os soldados.
Mas o assunto é outro quando se trata de singularidade.
O rei não pode dizer a um general:
“satisfaça a minha esposa em meu nome e gere um sucessor com a minha autoridade”.
Há coisas que só o próprio rei pode fazer.
Se um súdito rompe esse limite, ele é desonroso e prepotente, mesmo que a intenção seja legítima.
Porque isso fere a singularidade.
(Desculpa pelo exemplo.)
1. DEFINIÇÕES FIXAS (critério que impede fuga semântica)
Estas definições não são conclusões, são instrumentos de leitura do texto.
1.1 Trabalho indireto (delegável)
É toda obra que:
pode ser realizada por ministros, agentes ou instrumentos;
possui limite funcional, escopo definido e subordinação final;
não altera a singularidade divina;
aumenta a glória de Deus sem gerar glória própria absoluta.
Exemplos bíblicos:
pregar, ensinar, anunciar, servir, governar sob autoridade (profetas, apóstolos, anjos, reis).
➡️ Mais trabalho indireto = mais glória a Deus,
porque a obra permanece do mesmo tipo.
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1.2 Trabalho direto (não delegável)
É toda obra que a Escritura apresenta como:
realizada por Deus “sozinho”;
pertencente à esfera de sua singularidade pessoal;
impossível de ser transferida mesmo com autoridade delegada;
incompatível com a atuação de uma criatura como agente principal.
Critério textual:
onde Deus diz “eu sozinho”, “fora de mim não há”, “não dou a outrem”.
➡️ Aqui não existe aumento de glória por participação,
porque não há participação permitida.
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1.3 Remuneração / recompensa
É a retribuição proporcional ao tipo de obra realizada.
📖 Lc 12:48 | 1Co 3:8
> a Escritura vincula obra ↔ recompensa como princípio de justiça, não ontologia.
✅ Importante (para evitar distorção):
Remuneração ≠ louvor a Deus.
O problema não é louvar, mas criar pluralidade funcional incompatível.
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1.4 Singularidade divina
Consiste em obras e glória que não admitem compartilhamento, sob pena de contradição textual:
📖 Is 42:8 | Is 43:11 | Is 44:24 | Jr 17:10 | Êx 34:14
➡️ Onde a singularidade começa, a delegação termina.
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2. PREMISSAS BÍBLICAS (não negociáveis)
Premissa A
Deus afirma explicitamente realizar certas obras sozinho, excluindo coparticipantes.
Premissa B
Toda autoridade delegada na Escritura é limitada, subordinada e funcional.
Não existe “delegação absoluta”.
Premissa C
A Bíblia ensina proporcionalidade entre tipo de obra e tipo de recompensa.
Premissa D
Usurpar ou ultrapassar funções singulares, ainda que com boa intenção, é condenado (Uzias, Saul, Corá).
➡️ Nenhuma dessas premissas depende de Trindade.
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3. ARGUMENTO ENCADEADO (sem salto lógico)
Passo 1 — Limite textual
Se Deus declara certas ações como feitas “sozinho”, então elas são não delegáveis segundo o próprio texto.
Passo 2 — Natureza da delegação
Tudo o que é delegável permanece indireto.
Não existe, na Escritura, um agente criado com função direta, universal e permanente.
Passo 3 — Cruzar o limite muda a natureza da obra
Enquanto alguém apenas prega, serve ou anuncia, permanece no campo indireto.
Quando passa a executar diretamente aquilo que Deus afirma fazer sozinho, já não é ministério — é transgressão funcional.
➡️ Mais trabalho indireto glorifica mais a Deus.
➡️ Trabalho direto por criatura não glorifica: viola.
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Passo 4 — Proporcionalidade inevitável
Obra direta, universal e indispensável exige recompensa correspondente pela própria lógica bíblica da justiça.
Negar isso implicaria:
obra máxima + recompensa mínima = injustiça (Lc 12:48).
Passo 5 — O ponto crítico
Recompensa correspondente a obra singular cria pluralidade funcional incompatível com a singularidade divina.
Não é problema de “louvor”,
é problema de estrutura.
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4. CONCLUSÃO FECHADA (sem brecha)
Ou:
1️⃣ A mediação atribuída a Jesus não é direta nem exclusiva
→ então ele não é indispensável (o que contradiz o NT),
ou
2️⃣ A mediação é direta, universal e indispensável
→ então não pode ser função de criatura criada limitada,
porque cruzaria o limite que a própria Escritura reserva a Deus.
➡️ O modelo do “mediador criado universal” entra em colapso interno,
não por definição ontológica externa,
mas por violação do próprio critério bíblico de singularidade.
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FECHAMENTOS CURTOS
“Onde Deus diz ‘sozinho’, não existe delegação plausível.”
“Mais obras indiretas glorificam Deus; obra direta por criatura viola limites.”
“Delegação nunca atravessa a fronteira da singularidade.”
“Trabalho exclusivo gera recompensa exclusiva — e isso a Escritura não permite compartilhar.”
“O problema não é louvar; é criar pluralidade onde o texto proíbe.”
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2. Observação teológica
Eu sei que adorar Jesus não é bíblico, mas adorar a Deus através d’Ele sim com a ajuda do Espírito, assim como nas orações, orar a Deus, no Espírito, através de Jesus Cristo. A interpretação deles parece apresentar uma inconsistência interna: Jesus nunca é mostrado adorando a Deus.
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Problema adicional levantado
Eu poderia argumentar que, enquanto Jesus tinha um corpo de carne e ossos, Ele adorava a Deus. Mas, depois que morreu e Seu corpo desapareceu, Ele teria retornado ao Seu corpo de arcanjo — e, nesse estado, nunca mais adorou a Deus.
[Oque é ilógico ter 2 corpos é o antônimo de imutável, Jesus não foi 100 % arcanjo e homem, e menos ainda 100% homem e Deus, Jesus tem apenas 1 único corpo, incriado, ele se humilhou, e foi exaltado, nada de mistério... Jesus foi e sempre sera o mesmo, circunstâncialmente ele estava humilhado , mas não deixou de ser a imutável palavra de Jeová, Jesus sempre foi e sempre será imutável, " ele é mesmo ontem, hoje e eternamente ".
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Contradição com 1 Coríntios 15
Em 1 Coríntios 15, a mesma palavra usada para “sujeitar-se a Deus” é aplicada a Jesus sujeitando-se a Maria e José.
Essa palavra nunca significa venerar ou prestar culto.
Portanto, os próprios critérios usados pelos Testemunhas de Jeová entram em conflito, de maneira paradoxal, com a forma como eles interpretam essas passagens.
Quem está mais certo — 1 ou 2 — biblicamente, apenas neste contexto?
Qual ponto é mais decisivo para determinar se Jesus é ou não uma criatura?
Opção 1
Nomonoteísmo [ não binário] , Jesus é o Mediador não criado, que dirige a adoração a Deus e não recebe dulia (culto), mas é insubstituível e indispensável, sem ele não ha " adoração " .
Opção 2
Jesus é criado, mas não adora a Deus nenhuma vez, nem sequer se prostra em um ato de reverência ( proskneo ) seu trabalho é remunerado,( de uma forma que só eles entendem ).
Acredito que a resposta é Jesus conduz a mediação a Deus, trabalho que criatura alguma pode faser sem receber remuneração, exeto Jesus, que é a voz de Jeová , ele não recebe a adoração assim como o Espírito, do contrário seria anormal, 3 pessoas receberem adoração, e haver apenas 1 Deus...
O pai é o único e indivisível Deus, Jesus é a palavra e os crentes são santificados em Jesus através do Espírito, " inporta que o adorem em espírito e em verdade." "Santifica-os na verdade a tua palavra é a verde " eu sou o caminho ea verda
Condução da Adoração: Toda adoração verdadeira passa por Ele, mas a glória retorna a Deus.
Condução da Oração: Toda oração aceita por Deus passa pelo nome de Jesus.
Consequências
Se Jesus fosse uma criatura:
Ele seria um ponto final da adoração (receberia a glória).
A glória das obras ficaria parcial ou totalmente com Ele.
Ele receberia honra proporcional ao tamanho de sua obra.
Isso violaria o princípio de que Deus não divide Sua glória com outro (Isaías 42:8).
A adoração deve ser dirigida ao único Deus indivisível (o Pai), sendo Jesus a Palavra e Mediador que conduz essa adoração ("Importa que o adorem em espírito e em verdade" e "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade").
João 1:1: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus."
João 1:14: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós..."
1 Pedro 1:23, 25: "...pela Palavra de Deus, que é viva e permanece para sempre... Ora, esta é a Palavra que vos foi evangelizada."
2 Pedro 3:5, 7: "...os céus e a terra, pela Palavra de Deus que agora existem, são reservados..."
Apocalipse 19:13: "...o seu Nome é A Palavra de Deus."
👉 Uma refutação mostrando que Cristo não pode, de forma alguma, ter recebido o trono nem por graça nem por obras, porque:
1. Graça é para pecadores, logo não se aplica a Cristo.
2. Obras pertencem ao regime das criaturas, e Cristo não é criatura.
3. Cristo sempre teve a posição, e só a retomou (João 17:5).
4. Efésios 1 mostra que Deus trabalha para Cristo, sujeitando tudo a Ele — algo impossível para uma criatura.
5. Apocalipse 3 só pode ser interpretado como graça para criaturas caídas, não como promoção de criaturas não caídas.
6. Criaturas recebendo o trono por mérito desonram a glória de Deus, enquanto criaturas caídas recebendo pela graça engrandecem a graça, a sabedoria e o poder de Deus.
7. Conclusão final:
A eleição da graça pertence a todo o Corpo de Cristo, não a 144 mil.
Cristo não é criatura — Ele sempre teve essa posição.
E você quer exatamente o mesmo estilo lógico, argumentativo e claro do texto de inspiração sobre “selo provisório”, só que aplicado à questão da posição de Cristo e da graça/obras.
Então aqui está:
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🔥 REFUTAÇÃO DEFINITIVA
**Por que Jesus NÃO PODE receber o trono por graça nem por obras — e por isso não é criatura
(Com base em João 17, Apocalipse 3, Efésios 1–2)**
Tese central
Existem apenas dois modos pelos quais uma criatura pode receber uma posição exaltada:
1. Por graça — aplicada somente a pecadores (Efésios 2:5–9).
2. Por obras — aplicada somente a criaturas (Romanos 4:4; Gálatas 3:12).
Cristo não se encaixa em nenhum desses dois regimes.
E isso prova que Ele não é criatura, mas a Palavra eterna, que sempre esteve na posição divina (João 17:5).
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I. ❌ Alegação TJ: “Jesus recebeu o trono como recompensa por vencer”.
Refutação: Isso implicaria que Jesus recebeu por obras — mas isso é impossível.
Se Cristo recebeu sua posição por mérito, então:
Ele não tinha a posição antes.
Ele foi promovido.
Ele era inferior antes da promoção.
Isso é exatamente o que a doutrina TJ ensina.
A relação entre Deus e Suas criaturas se baseia em um princípio claro nas Escrituras: tudo o que existe, recebe, faz e produz depende direta e exclusivamente de Deus, enquanto somente Deus possui, por natureza, obras, autoridade e glória que não dependem de nenhum outro ser. As criaturas — sejam anjos, homens ou qualquer outra ordem — nunca operam a partir de si mesmas; elas apenas executam aquilo que Deus determina, e sempre dentro de limites que preservam a distinção absoluta entre o Criador e tudo o que foi criado. Assim, toda função concedida é um ato de serviço, e toda honra dada é sempre proporcional à natureza do servo, nunca ultrapassando a sua condição criada.
Dentro dessa estrutura, afirmar que uma criatura alcançou, por mérito, a posição “à direita de Deus” implica que a obra desse ser criado teria o mesmo peso, autoridade e efeito das obras que, segundo a própria Bíblia, pertencem exclusivamente a Deus. Nesse caso, o mérito criado estaria gerando uma posição que só pode existir como expressão da autoridade divina. Isso destruiria o princípio bíblico de que somente Deus age com autoridade absoluta, pois colocaria a criatura exercendo funções que identificam quem é Deus, e não quem serve a Deus. Isso violaria o atributo de singularidade divina, porque uma função distintiva — a de estar ao lado do trono de Deus — seria exercida por mérito criado.
Além disso, se uma criatura fosse exaltada a essa posição com base em seu desempenho, isso implicaria que a plenitude da obra de Deus dependeu da performance de um ser criado. Nesse cenário, a autossuficiência divina — o fato de que Deus não depende de nada fora de Si — seria negada. A glória de Deus não seria mais absoluta, mas condicionada ao mérito de uma criatura, como se a perfeição final da obra divina dependesse da excelência de um servo. Isso esvaziaria também o atributo da imutabilidade, porque Deus estaria reagindo às obras do criado, e não operando soberanamente a partir de Si mesmo.
Há também o problema inevitável da distinção essencial entre Deus e as criaturas. Se uma criatura alcança, por desempenho, a posição mais elevada do universo, imediatamente abaixo do próprio Deus, isso cria um modelo de ascensão em que a fronteira entre Criador e criatura deixa de ser absoluta e passa a ser apenas hierárquica. A supremacia ontológica de Deus — isto é, o fato de Ele ser infinitamente superior por natureza, e não apenas por grau — seria dissolvida. Deus deixa de ser singular em essência e se torna apenas o ser mais alto de uma escala que uma criatura conseguiu quase alcançar pelo próprio esforço.
Por fim, se uma criatura recebesse funções equivalentes às de Deus, ainda que concedidas como recompensa, isso alteraria o testemunho da criação, que segundo a Bíblia existe para manifestar a glória exclusiva de Deus, e nunca para demonstrar a capacidade das criaturas de se aproximarem de Sua posição. A origem da glória seria deslocada: não viria mais somente de Deus, mas também das conquistas de um ser criado. Isso constitui, por definição bíblica, uma usurpação de glória — não porque a criatura quisesse tomar para si, mas porque a própria estrutura da elevação criaria uma duplicação funcional entre Criador e servo, algo incompatível com a honra exclusiva de Deus.
Dessa forma, se Jesus fosse uma criatura que ascendeu por mérito à posição à direita de Deus, isso seria teologicamente impossível, porque:
– violaria a singularidade divina,
– comprometeria a autossuficiência de Deus,
– dissolveria a supremacia ontológica do Criador,
– transformaria serviço em competição,
– e converteria recompensa em igualdade funcional com Deus.
A única forma de essa posição não desonrar a Deus — preservando Seus atributos, Sua glória, Sua supremacia e Sua autossuficiência — é se Aquele que ocupa Sua direita possui a mesma natureza divina, de modo que Sua obra não seja mérito criado, mas a própria ação de Deus sendo revelada.
Nesse caso, a exaltação não é uma promoção de criatura, mas a manifestação pública da glória de Deus no Filho — sem nenhuma violação, competição ou usurpação.
Mas João 17:5 destrói isso:
> “Glorifica-me… com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse.”
Se Ele já tinha, não foi promovido.
Se Ele pede para receber de volta, não é algo novo.
Se essa glória precede o mundo, é eterna.
O mérito não cria eternidade.
A obra não produz glória eterna.
Portanto:
👉 Cristo não pode ter recebido sua posição por obras, porque Ele já a possuía antes da criação.
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II. ❌ Alegação TJ: “Jesus recebeu o trono por graça do Pai”.
Refutação: Graça é para pecadores e criaturas caídas — jamais para Cristo.
Efésios 2 define graça assim:
para pecadores,
imerecida,
não por obras,
para mostrar a glória da graça.
Pergunta inevitável:
➡ Jesus poderia receber posição por graça?
Impossível.
Porque:
Ele não é pecador (Hebreus 4:15).
Ele não é criatura para depender de favor superior.
Receber por graça implicaria inferioridade estrutural.
Graça pressupõe devedor-divino e carente-humano, o que não se aplica ao Filho eterno.
Se Cristo recebesse trono por graça:
✔ Se igualaria aos pecadores.
✔ Se igualaria aos salvos — que recebem por graça (Ef 2:6).
✔ Seria dependente como eles.
Isso é teologicamente impossível.
Graça é para pecadores; glória eterna é para o Filho.
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III. ❌ Alegação: “Como Jesus venceu, foi exaltado como prêmio”.
Refutação: Os salvos também vencem — e recebem por graça, não por mérito.
Apocalipse 3:21 é o golpe fatal:
> “Assim como eu venci e me assentei no trono do meu Pai…”
Observe três pontos:
1. Tempo verbal
“Me assentei” — passado.
Não aponta para 1914.
Não aponta para futura exaltação.
Já aconteceu na ascensão.
2. Comparação com os salvos
Os vencedores “se assentarão comigo no meu trono”.
Mas eles se assentam por graça, não por obras (Ef 2:6).
3. A comparação só existe porque os regimes são diferentes:
Os salvos: graça.
Cristo: direito eterno.
Se Cristo fosse criatura que venceu por obras:
A comparação com o crente seria absurda.
Porque o crente não vence por obras (1 João 5:4).
Não recebe trono por mérito, mas por graça.
Portanto:
👉 Cristo não pode ter recebido sua posição como criatura meritória — o texto torna isso impossível.
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IV. ❌ Alegação TJ: “Criaturas podem ser exaltadas ao trono de Deus, como Cristo foi”.
Refutação: Criaturas não caídas nessa posição desonram a glória de Deus; criaturas caídas exaltadas por graça glorificam a Deus.
Efésios 1:20–23 afirma:
Deus trabalha para Cristo,
sujeita todas as coisas aos pés de Cristo,
Cristo é a plenitude de Deus,
Cristo é o cabeça da Igreja,
Cristo está acima de todo governo e poder.
Pergunta:
➡ Uma criatura poderia receber esse tipo de posição?
Não.
Porque:
1. Criatura promovida a essa altura rouba a glória de Deus.
2. Criatura que sobe por desempenho concorre com Deus.
3. Criatura neutra (não caída) recebendo trono não exalta a graça, só o mérito.
4. Apenas criaturas caídas restauradas podem exaltar a graça (Ef 2:7).
Por isso:
👉 Efésios 1 só é coerente se Cristo for eterno, não criado.
👉 Deus só coloca “todas as coisas” sob os pés Dele porque ele é co-eterno, Palavra, não um anjo promovido.
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V. ❌ Alegação: “Os ungidos recebem trono por mérito espiritual”.
Refutação: O trono para criaturas só existe no regime da graça — e isso é para todo o Corpo de Cristo, não para 144 mil.
Efésios 2:6 diz:
> “E nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo.”
Esse assentar:
é pela fé,
não por obras,
pertence a todos os crentes (Ef 1:13),
é igual para todos (Gálatas 3:26–28),
não é reservado a uma casta espiritual superior.
Se fosse por mérito:
não seria graça,
não seria fé,
não seria herança gratuita,
criaria castas espirituais,
contradiziria o “um só corpo” (Ef 4:4).
Logo:
👉 O assentar no trono é para todo o Corpo de Cristo.
Não para 144 mil.
Não por esforço.
Somente por graça.
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VI. 🔥 Conclusão Final e Irrefutável
1. Jesus não pode receber trono por graça (pois graça é para pecadores).
Se Jesus recebesse por graça:
seria pecador,
seria dependente,
seria inferior,
seria igual aos salvos.
Logo: impossível.
2. Jesus não pode receber trono por obras (pois Ele já possuía a glória antes da criação).
João 17:5 impede qualquer leitura meritória.
3. Efésios 1 prova que Deus trabalha para Cristo — algo impossível com uma criatura.
Criaturas não recebem plenitude,
não recebem tudo sob seus pés,
não se tornam a cabeça de todas as coisas.
4. Apocalipse 3:21 prova que Cristo já se assentou — portanto não recebeu nada em 1914.
Assentou-se ao lado do Pai na ascensão.
Apocalipse 5 mostra o Cordeiro já entronizado.
5. Criaturas exaltadas por obras desonram a Deus; criaturas exaltadas por graça engrandecem a Deus.
Por isso:
A eleição da graça pertence a todo o Corpo de Cristo.
Os crentes se assentam pela graça.
Cristo se assenta porque sempre foi o Verbo eterno.
E não existe promoção angélica ao nível da divindade.
Conclusão absoluta:
👉 Cristo não é criatura.
👉 Cristo sempre teve essa posição.
👉 O trono nunca foi recompensa.
👉 O trono é Dele por natureza, porque Ele é a Palavra eterna.
A resposta curta e direta: NÃO.
Nenhuma criatura — nem anjo, nem querubim, nem serafim — pode receber essas coisas sem abolir o monoteísmo bíblico, invadir prerrogativas exclusivas de Deus e dividir a glória que Deus declara que não reparte com ninguém (Isaías 42:8; 48:11).
Mas para sermos fielmente bíblicos, vamos analisar cada item, um por um, perguntando:
> Um anjo criado “à semelhança de Deus” poderia receber isso sem que Deus deixasse de ser o mesmo e sem dividir Sua glória?
Leitor ////
Jesus recebeu de Deus
1. João 5:36 - As Obras
2. Efésios 1:22 - Ser cabeça da congregação
3. Atos 5:31 - Ser salvador
4. Atos 2:36 - Ser Senhor
5. Mateus 28:18 - Ter autoridade [poder]
6. João 5:26 - Ter vida em si mesmo
7. Apocalipse 1:1 - Ter revelações de eventos futuros
8. João 5:27 - Autoridade para julgar
9. 1 Coríntios 15:23-28 - Tudo foi sujeito a ele
10. Apocalipse 2:27 - Ser pastor das ovelhas
11. Colossenses 1:19 - A plenitude
12. Isaías 9:6, 7 - Ser Deus Poderoso, Maravilhoso Conselheiro, Pai Eterno
13. João 3:35 - Todas as coisas
1. Onipotente não recebe atributos ou privilégios em nenhum mundo possível.
2 . Jesus recebeu todos os seus atributos e privilégios (antes, durante e depois de sua vida terrestre).
3 .O Pai de Jesus, o tetragrama sagrado, ο Senhor Jeová, nunca recebeu atributos ou privilégios de ninguém.
Logo, Jesus não é o Onipotente.
Ou você me mostra o erro em qualquer uma dessas premissas, ou a conclusão é provada verdadeira.ANTES MESMO DE JESUS VIR À TERRA, ELE JÁ ERA O FILHO DE DEUS, OU SEJA, SUBORDINADO. (GÁLATAS 4:4, JOÃO 3:16).
JESUS JÁ ERA SERVO (ISAÍAS 52:13).
E COMO O ANJO DO SENHOR, ELE JÁ DEMONSTRAVA SUBMISSÃO.
Ο ΟΝΙΡΟΤΕΝTE NÃO CUMPRE FUNÇÃO SUBORDINADA.
Resposta..
ANÁLISE LÓGICA
• O nó lógico central
O argumento parte de uma equivocidade na palavra “receber” e de uma dedução equivocada: de “Jesus recebeu atributos” → para “Jesus é ontologicamente dependente/creatura” → conclusão: “Jesus não é onipotente”.
Mas “receber” nas Escrituras aparece com sentidos distintos — e somente um destes sentidos conduz à conclusão (falsa) de dependência ontológica. O argumento presume silenciosamente que todo “receber” implica não-posse ontológica e dependência absoluta. É aqui que está o erro.
• Tipos de “receber” (a diferença decisiva)
Na Bíblia e na teologia, a expressão “receber” pode significar, pelo menos, três coisas logicicamente distintas:
• Receber por herança / natureza — aquilo que lhe pertence essencialmente e agora se reconhece ou se manifesta (não implica que era exterior à sua essência).
• Receber publicamente / reconhecimento — “receber” = ser investido oficialmente naquilo que já era Seu.
• Receber de volta / restauração — retomada ou manifestação plena do que já Lhe pertencia.
Somente o sentido 4 — receber algo que jamais foi Seu, recebido de outro, implicando dependência ontológica — justificaria dizer que o receptor não é onipotente.
As Escrituras que afirmam “toda autoridade me foi dada”, “todas as coisas foram sujeitas a Ele”, “foi-Lhe dado o juízo” — encaixam-se claramente nos sentidos 1–3, não no 4.
• Quais premissas são falsas ou ambíguas
Premissa 1: “O Onipotente não recebe atributos em nenhum mundo possível.”
— Ambígua. Se “receber” = manifestação/reconhecimento, um ser onipotente pode perfeitamente “receber”. A premissa é falsa como regra absoluta.
Premissa 2: “Jesus recebeu todos os Seus atributos...”
— Se for “recebeu porque não tinha”, é falsa.
— Se for “recebeu publicamente/manifestou”, é verdadeira.
Premissa 3: “O Pai nunca recebeu atributos.”
— Correta (Deus é a fonte).
O ponto fraco está na definição equivocada de “receber”.
• Dois caminhos de refutação
Caminho A — Destruir a falsa dicotomia
Mostrar que “receber” não implica ontologia criada. Assim, mesmo Jesus “recebendo” autoridade ou glória, isso não prova que Ele não é onipotente.
Resultado: derruba a conclusão sem precisar tornar Jesus criatura.
Caminho B — Se alguém insistir que “receber = ser criatura”
Então basta:
Demonstrar que nenhuma criatura na Bíblia recebe atributos divinos,
OU
Provar bíblicamente que, se uma criatura recebesse tais atributos por obras ou graça, e a remuneração voltasse a Deus e não à criatura, o argumento seria consistente — o que nunca ocorre.
ANÁLISE ITEM POR ITEM
(total fidelidade aos textos que você citou)
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1. João 5:36 — As Obras do Pai
Jesus não recebe “obras” no sentido de tarefa delegada apenas; Ele recebe as mesmas obras que o Pai faz (João 5:19).
Nenhum anjo exerce as mesmas obras divinas, apenas executa ordens.
Isso é prerrogativa de Deus.
➜ Um anjo não poderia.
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2. Efésios 1:22 — Ser cabeça da congregação
Ser “cabeça da Igreja” é exercer autoridade soberana sobre o novo povo de Deus.
Na Bíblia, nenhum anjo governa o povo de Deus.
Jesus é “o esposo”, “o cabeça”, “o pastor supremo”.
Anjo não é “cabeça do corpo”.
➜ Um anjo não poderia.
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3. Atos 5:31 — Ser Salvador
A Bíblia é categórica:
> “EU SOU o SENHOR, e fora de mim NÃO HÁ SALVADOR.” (Isaías 43:11)
Dizer que um anjo poderia ser “salvador” anularia esta afirmação.
Jesus é Salvador porque Ele é o agente divino da redenção (Tito 2:13–14).
➜ Um anjo não poderia.
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4. Atos 2:36 — Ser Senhor
“Senhor” aqui é Kyrios no sentido usado na Septuaginta para o YHWH do AT.
Deus fez Jesus “Senhor” não no sentido de promover uma criatura, mas de manifestar publicamente quem Ele é (Filipenses 2:9-11).
➜ Um anjo não pode receber o título Kyrios aplicado a YHWH.
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5. Mateus 28:18 — Toda autoridade no céu e na terra
Nenhuma criatura recebe toda autoridade sobre céu e terra.
Anjos têm autoridade limitada, subordinada e parcial.
Receber “toda autoridade” = autoridade universal = soberania divina.
➜ Um anjo não poderia.
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6. João 5:26 — Ter vida em si mesmo
Este é o golpe fatal.
“Vida em si mesmo” é atributo exclusivo da natureza divina.
Criatura não tem autossuficiência ontológica.
Se Deus “desse” esse atributo a um anjo, ele deixaria de ser criatura.
➜ Um anjo não poderia — isso é impossível por definição.
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7. Apocalipse 1:1 — Receber revelações futuras
Um anjo pode receber informações.
Isso não é prerrogativa divina.
Anjos frequentemente recebem revelações para transmitir (Daniel 8; 9; Ap 22:16).
➜ Um anjo poderia receber revelações, sim.
(Este é o único item da lista que é compatível com criaturas.)
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8. João 5:27 — Autoridade para julgar
Julgamento final é prerrogativa divina (Joel 3:12; Salmo 96:10–13).
Anjos executam juízo, mas não julgam.
O juízo é entregue ao Filho porque Ele é o “Filho do Homem” — a figura de Daniel 7:13–14 que recebe domínio eterno.
➜ Um anjo não poderia.
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9. 1 Coríntios 15:23–28 — Tudo foi sujeito a Ele
Submeter “todas as coisas” exceto Deus significa colocar Cristo no governo absoluto do universo.
Hebreus 2:8 explica:
> “Nada deixou que não lhe estivesse sujeito.”
Nenhuma criatura pode estar acima de todas as coisas.
➜ Um anjo não poderia.
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10. Apocalipse 2:27 — Pastor das nações / governo com vara de ferro
Essa linguagem é retirada do Salmo 2, onde YHWH diz a Seu Ungido:
> “Eu te darei as nações por herança.”
O “pastoramento” (poimaino) aqui é governo messiânico, não cuidado pastoral de igreja.
Isso pertence ao Rei messiânico, não a anjos.
➜ Um anjo não poderia.
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11. Colossenses 1:19 — A plenitude habitando
Toda a “plenitude” (plērōma) de Deus habitar corporalmente (Col 2:9) é algo incompatível com criaturas.
Paulo usa uma expressão técnica do AT que só pertence a YHWH:
→ “A plenitude que habita no templo” = presença divina total.
➜ Um anjo não poderia.
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12. Isaías 9:6–7 — Deus Poderoso, Pai Eterno
Aqui é impossível qualquer interpretação que permita criatura.
“Deus Poderoso” (El Gibbor) é o mesmo título aplicado a YHWH em Isaías 10:21.
“Pai Eterno” = Pai da Eternidade = origem eterna.
Nenhum anjo é chamado “Deus Poderoso”.
➜ Um anjo não poderia.
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13. João 3:35 — O Pai ama o Filho e entregou todas as coisas em suas mãos
“Todas as coisas” não pode significar menos do que todas, porque no contexto inclui:
julgar (v. 36)
dar vida (v. 26)
derramar o Espírito (v. 34)
autoridade universal (v. 35)
Entregar “todas as coisas” a um anjo seria destruição completa do monoteísmo.
➜ Um anjo não poderia.
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CONCLUSÃO
Entre os 13 itens da lista:
12 são prerrogativas absolutas, divinas, exclusivas de Deus.
Somente 1 (receber revelações) pode ser dado a uma criatura.
Se Deus desse qualquer um dos outros 12 a um anjo:
a criatura se tornaria igual a Deus,
Deus teria dividido Sua glória,
Isaías 42:8 seria violado,
o monoteísmo bíblico seria destruído.
Logo:
Nenhum anjo criado à semelhança de Deus poderia receber essas coisas sem Deus deixar de ser o mesmo.
1. Jesus não trabalha diretamente no processo da reconciliação universal, e ministra apenas indiretamente como instrumento, e nunca como fonte.
2. Ele recebe autoridade delegada para tomar vingança dos seres humanos (de forma indireta), sujeitando todas as coisas aos pés de Deus.
Obs.: Jesus criado não trabalha diretamente na glória para gerar honra a Deus, em nenhuma hipótese, pois o trabalho exige reconhecimento e recompensa. Por isso, o Jesus criado não pode trabalhar diretamente na tomada do governo.
3. Jesus criado não recebe o domínio que pertence somente a Deus, nem o reino, nem nada; apenas é galardoado pelo seu trabalho.
4. Jesus criado dá toda a glória a Deus e se prostra, adorando e reconhecendo Deus como o único Dominador e Autoridade.
(Esse é o Jesus criado segundo a Bíblia. Um Jesus que vá além disso ou não é bíblico, ou não é criatura.)
A minha tese é simples: há limites para o que uma criatura pode fazer e para o que ela pode receber. Esse limite existe para preservar a singularidade absoluta da soberania, da glória e do poder de Deus.
Afinal, quem trabalha merece salário. Esse é o princípio básico tanto das Escrituras quanto da lógica espiritual. Se uma criatura realiza uma obra essencial — especialmente no campo da salvação, do juízo ou do governo — então ela, por mérito, deve receber reconhecimento e posição correspondente ao serviço prestado. E é justamente aqui que está o ponto central: uma criatura não ultrapassa a posição de servo. Se ultrapassasse, colocaria em risco a distinção essencial entre Criador e criatura.
Além disso, Deus não trabalha para criaturas no sentido de retribuição por mérito. Isso seria inverter completamente a soberania divina. E da mesma forma, o conceito de graça não se aplica a Jesus caso Ele fosse criatura, porque graça é favor imerecido — e só faz sentido conceder favor a quem necessita. Seria como “dar esmolas a um rico”: não faz sentido.
E, no sentido contrário, dizer que Deus deu graça a Jesus para reinar, salvar ou julgar seria o mesmo que contratar alguém sem capacidade para executar o serviço, fazer o serviço no lugar dele, e ainda assim pagar salário. O resultado disso seria um sistema incoerente, porque qualquer criatura incapaz, ao ser recompensada pelo serviço, receberia mérito, e assim avançaria para posições que pertencem somente a Deus.
É por isso que tanto julgar, salvar quanto reinar são serviços — não apenas posições. Se Jesus fosse criado, e se Ele realizasse esses serviços como parte essencial do plano divino, então Ele estaria trabalhando diretamente para Deus em obras que geram mérito. E quem trabalha em obras essenciais recebe honra essencial. Ou seja, Ele inevitavelmente subiria ao mesmo nível de honra de Deus.
E aqui chegamos ao argumento final, que “bate o martelo”:
se houver trabalho por mérito, e se qualquer criatura trabalhar diretamente para Deus como parte essencial da salvação, essa criatura necessariamente receberá a mesma posição que Deus, na forma de honra, autoridade e reconhecimento. Isso a igualaria a Deus — o que é impossível.
Mas não é isso que ocorre. O quadro bíblico ensinado pelos que consideram Jesus criado exige algo ainda mais problemático: é Jeová quem trabalha para Jesus, sujeitando todas as coisas debaixo dos pés dele. Se o trono de Deus pudesse ser alcançado por mérito, então qualquer criatura poderia atingir o status de ter “todas as coisas debaixo dos seus pés”. Nesse cenário, Deus seria apenas o principal dominador, mas não o único.
E se isso fosse verdade, o próprio conceito de “gloriar-se em Jeová” de 1 Coríntios 1 seria anulado pelo próprio Jesus — caso Ele fosse criado.
Portanto, se Jesus fosse uma criatura, o sistema bíblico de graça, obras, autoridade, soberania e glória entraria em colapso. A distinção entre Deus e criatura seria perdida, a exclusividade do domínio divino seria comprometida, e a própria coerência da salvação seria destruída.
Somente se Jesus não for criatura é que tudo permanece coerente, bíblico e sem contradições.
alguém pode tentar dizer:
> “Deus pode conceder autoridade a quem Ele quiser.”
👉 Resposta:
A refutação é simples:
Deus não concede Sua glória a nenhum outro (Isaías 42:8).
Alguém pode tentar argumentar:
> “Um ser criado mas perfeito poderia realizar obras suficientes para ser recompensado.”
Ou seja, poderiam dizer:
anjos não pecaram;
portanto, são “perfeitos”;
então podem realizar obras perfeitas;
logo, poderiam ser recompensados com um cargo elevado.
Se você não fechar esse ponto, vira refutação.
👉 Resposta:
Essa refutação cai se você enfatizar:
✔ Obras perfeitas de uma criatura não criam soberania divina
✔ Mérito por obras não confere domínio universal
✔ Nem anjos perfeitos recebem todo o poder no céu e na terra
✔ Nem Gabriel, Miguel ou qualquer criatura é exaltada ao trono de Deus
A Bíblia sempre mantém a distinção:
Criador: soberano absoluto
Criatura: servo recompensadoAlguém pode tentar dizer:
> “Mas uma criatura pode ser exaltada por obras, como um servo fiel.”
O que tentariam afirmar é:
Jesus poderia ser “galardoado” com um grande cargo,
sem que isso o tornasse Deus,
assim como José foi exaltado no Egito ou Daniel em Babilônia.
👉 Resposta:
Se você não deixar claro que domínio universal é glória exclusiva de Deus, essa comparação pode virar uma refutação.
Você deve marcar isto claramente:
Nenhuma criatura jamais recebe domínio absoluto sobre tudo o que existe.
Nenhuma criatura se senta à direita de Deus.
Nenhuma criatura recebe todas as coisas debaixo dos seus pés.Alguém pode tentar dizer:
> “Mas criaturas podem participar das obras de Deus, porque Deus opera nelas.”
Exemplo:
profetas,
apóstolos,
juízes de Israel.
O argumento contrário poderia ser:
“Se Deus pode operar por meio de criaturas, então Ele também poderia operar por meio de um Jesus criado.”
👉 Resposta:
Esse argumento só funciona se a pessoa conseguir mostrar que:
Juízes humanos exerceram domínio universal,
ou
anjos receberam toda autoridade no céu e na terra,
ou
uma criatura foi exaltada para governar todas as coisas.
Mas isso nunca aconteceu na Bíblia.
Portanto, essa brecha só vira refutação se você não deixar claro que obras feitas por meio não geram soberania universal para criaturas.1. Jesus não trabalha diretamente no processo da reconciliação universal, e ministra apenas indiretamente como instrumento, e nunca como fonte.
2. Ele recebe autoridade delegada para tomar vingança dos seres humanos (de forma indireta), sujeitando todas as coisas aos pés de Deus.
Obs.: Jesus criado não trabalha diretamente na glória para gerar honra a Deus, em nenhuma hipótese, pois o trabalho exige reconhecimento e recompensa. Por isso, o Jesus criado não pode trabalhar diretamente na tomada do governo.
3. Jesus criado não recebe o domínio que pertence somente a Deus, nem o reino, nem nada; apenas é galardoado pelo seu trabalho.
4. Jesus criado dá toda a glória a Deus e se prostra, adorando e reconhecendo Deus como o único Dominador e Autoridade.
(Esse é o Jesus criado segundo a Bíblia. Um Jesus que vá além disso ou não é bíblico, ou não é criatura.)Quando Paulo diz, em 1 Coríntios 15, que todas as coisas foram colocadas debaixo dos pés de Cristo, surge a questão lógica:
Se Jesus fosse uma criatura (como um anjo neutro), de que forma Ele poderia receber esse domínio universal?
Toda criatura só pode receber algo de duas maneiras:
1. por graça — favor imerecido
2. por obras — recompensa pelo que fez
Agora aplicamos essas duas possibilidades ao caso de Jesus.
---
🚫 1) Jesus não poderia receber “todas as coisas” por GRAÇA se fosse criatura
Um anjo perfeito não precisa de graça.
Graça existe para:
quem é limitado,
fraco,
pecador,
necessitado,
ou inferior em condição.
Um ser celestial neutro não carece de favor para existir ou para exercer sua função.
Portanto:
> Ser colocado sobre todas as coisas como favor imerecido seria sem sentido para um anjo ou qualquer criatura impecável.
E mais:
Receber todo domínio como “favor” colocaria Deus numa posição estranha:
→ Jeová concedendo Seu próprio domínio universal a uma criatura simplesmente como um presente?
Isso não honra a Deus — coloca Deus cedendo Seu governo a um ser que não tem qualquer necessidade disso.
---
🚫 2) Jesus não poderia receber “todas as coisas” por OBRAS se fosse criatura
Se fosse por obras, seria uma recompensa.
Mas isso cria uma contradição ainda maior:
> Quem realmente está trabalhando em 1 Coríntios 15 é Deus, não Cristo.
O texto é explícito:
“Assenta-te à Minha direita até que EU coloque os teus inimigos debaixo dos teus pés.”
(Pai trabalhando pela Palavra)
Pergunta lógica:
Como uma criatura poderia ser “recompensada” por obras que Deus fez?
Como uma criatura recebe domínio por mérito quando não foi ela que realizou a obra, mas Deus realizando tudo por meio dela?
Isso honraria ou desonraria o próprio Deus?
Uma criatura não pode ser recompensada por aquilo que Deus fez.
Isso inverteria a ordem criador–criatura.
Então, se fosse criatura:
não poderia receber por graça (não carece dela),
não poderia receber por obras (não fez as obras — é Deus que opera tudo).
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🔥 O ponto que fecha toda a lógica
De acordo com o próprio texto:
> Jeová é quem coloca todas as coisas debaixo dos pés de Cristo.
E aqui vem a pergunta que destrói qualquer interpretação criacionista:
❓ Que criatura pode receber o domínio universal se:
não pode recebê-lo por graça,
não pode recebê-lo por obras,
e ainda por cima é o próprio Deus quem trabalha para colocar tudo sob os pés dela?
A resposta é:
➡️ Nenhuma criatura.
Para uma criatura, esse cenário seria teologicamente impossível e desonroso para Deus.
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⭐ Conclusão teológica do seu argumento
O tipo de “receber” descrito em 1 Coríntios 15 não se encaixa nas duas únicas categorias de recepção possíveis para criaturas (graça ou obras).
Portanto:
> A única explicação coerente é que Jesus não recebe como criatura.
Ele recebe como a Palavra eterna do próprio Deus — Aquele por meio de quem Deus mesmo exerce Seu governo, cumpre Sua obra e manifesta Sua vontade.
Não há criatura para quem Jeová trabalharia desse modo, colocando tudo sob seus pés.
> > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > >
1. Só Jesus pode receber todos os atributos da onipotência do Pai.
2. Jesus recebeu todos estes atributos porque é a Palavra de Deus.
3. O Pai de Jesus não recebe atributos em nenhum mundo possível; Ele é a fonte primária de Sua Palavra eterna.
4. Nenhuma criatura pode receber estes atributos sem desonrar a Deus, tornando-se semelhante a Ele.
5. Jesus é o único que pode receber estes atributos e glorificar a Deus, pois quando Ele dá estes atributos a Jesus, manifesta todo o Seu poder e atributos que só Ele pode ter.
Nenhum dos apóstolos veiculou Jesus a alguma figura anjelical do antigo Testamento, adimito que eu mesm.
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Refutação da Trindade tradicional
1. Isto refuta a Trindade tradicional composta por três seres onipotentes e distintos — não pode haver três seres distintos contendo, “cada um”, todo o poder, e ainda assim sustentar o Jesus 100% Deus e 100% homem.
Refutação: há apenas um Todo-Poderoso; Deus manifesta Seu poder na Sua Palavra, através do Seu Espírito. Jesus não tem duas naturezas; a Palavra de Deus é imutável. De fato, ela se comportou de duas maneiras: por honra e por desonra. Como em 2 Coríntios 8: Ele, sendo rico, se fez pobre para que, pela Sua riqueza, nos enriquecesse.
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2. O unitarianismo (Deus se manifesta em 3 formas: Pai, Filho e Espírito Santo, o mesmo)
Resposta: incorreto! Deus enviando e sujeitando-Se a Si mesmo, comunicando atributos a Si próprio, é um paradoxo circular. Deus não é a Sua própria Palavra; mas o único Deus tem uma Palavra e um Espírito não criados, pessoais, sujeitos a Ele.
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3. Monoteísmo das Testemunhas de Jeová
(Jesus é um arcanjo manifestado em carne, ou que assumiu forma humana — criatura.)
Resposta: isso rompe todo o sentido bíblico de trabalho e remuneração. O próprio conceito de Jesus receber a devida paga pelo Seu serviço já anula a glória do Deus bíblico. Um “Jesus com dois corpos” é o antônimo de imutável.
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4. Arianismo (extinto)
Há um Deus que comanda dois seres distintos e criados: Espírito e Filho.
Resposta: errado! O próprio conceito de Colossenses — de que toda a plenitude da divindade habita em Cristo — já anula essa visão, pois criatura alguma pode conter toda a divindade infinita e, ao mesmo tempo, ser finita.
Se todo o conhecimento habita no corpo de Jesus, e o Espírito penetra até as profundezas da divindade que habita em Cristo, Ele não pode ser criado. Jesus recebe o Espírito sem medida e, ao mesmo tempo, permanece em sujeição a Deus. Ou seja, toda revelação só acontece pela coordenação de Deus, na Sua Palavra, através do Seu Espírito.
“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para manifestar aos Seus servos...” — a revelação está em Jesus Cristo, é concedida por Deus, pelo Espírito que penetra até as profundezas de Cristo. Nós recebemos a revelação de Cristo através do anjo de Jesus. Agora, procure qualquer potestade angelical chamando outro anjo de “meu anjo” além da própria Palavra de Deus. O livro foi escrito pela direção do Espírito: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”; e “o Espírito diz: Vem”.
Nada na Bíblia pode contradizer a própria Bíblia. Se o Espírito vivifica através da obra de Cristo, nem o Espírito nem Cristo são criaturas.
Eu quis dizer nos mesmos termos de 1 Coríntios 15, onde Jesus recebe todas as coisas debaixo de seus pés. Se fosse um anjo, numa condição neutra, ele não poderia receber um favor imerecido, porque ele não precisa de favor. Ele não poderia receber por recompensa, porque é Deus que está trabalhando para a pessoa. Não há pessoa que está trabalhando para Deus, ou seja, o conceito de graça e obras não pode se aplicar a Jesus. É este o conceito que eu queria que vocês fizessem.Eu deixo com você uma única forma de pensar, que pode ajudar a entender por que Jesus não é uma criatura. Lembre-se da distinção entre criaturas caídas e não caídas, como os anjos. Só há duas formas de qualquer criatura receber algo: ou pela fé (graça) ou pelas obras (fazer algo). Pergunte-se em qual dessas opções — e em quais circunstâncias — qualquer criatura, anjo ou humano, poderia receber “todas as coisas debaixo dos seus pés”: ou pela fé ou pelas obras. Em seguida, veja qual dessas possibilidades realmente se aplica a Jesus.
Desculpe se não consegui me expressar corretamente. Eu creio que Deus enviou a sua Palavra, ela frutificou e voltou para Ele, e que essa Palavra não está em pé de igualdade com Deus no sentido de “nós dois mandamos, e quando houver alguma decisão tiramos ímpar ou par”, mas sim que existe um único Deus, que possui a Sua Palavra (não criada) sujeita a Si.
Isaías 55:11, onde Deus diz:
> “Assim será a palavra que sai da Minha boca:
ela não voltará para Mim vazia,
mas fará o que Me apraz
e prosperará naquilo para que a enviei.”
Da maneira como entendo, o fato de Jesus se sujeitar a Deus tem o mesmo efeito que a verdade se sujeitar ao que é verdadeiro, ou o justo se sujeitar ao Juiz. A mesma palavra “sujeitar”, usada em 1 Coríntios 15, é empregada por Lucas ao descrever que Jesus era sujeito a Maria e José. Em outros casos, como você mesmo pode verificar, ela aparece em contextos de sujeição ao marido, ao rei, aos senhores, aos pais. Não tem nada a ver com Jesus se curvar e adorar a Deus, o que seria normal caso Jesus fosse uma criatura.
Eu deixo com você uma única forma de pensar, que pode ajudar a entender por que Jesus não é uma criatura. Lembre-se da distinção entre criaturas caídas e não caídas, como os anjos. Só há duas formas de qualquer criatura receber algo: ou pela fé (graça) ou pelas obras (fazer algo). Pergunte-se em qual dessas opções — e em quais circunstâncias — qualquer criatura, anjo ou humano, poderia receber “todas as coisas debaixo dos seus pés”: ou pela fé ou pelas obras. Em seguida, veja qual dessas possibilidades realmente se aplica a Jesus.
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Isaías 55:11, onde Deus diz:
> “Assim será a palavra que sai da Minha boca:
ela não voltará para Mim vazia,
mas fará o que Me apraz
e prosperará naquilo para que a enviei.”
todas as coisas — Mt 11:27
toda autoridade — Mt 28:18
o juízo — Jo 5:22
autoridade para julgar — Jo 5:27
glória — Jo 17:22; 1Pe 1:21
honra e glória do Pai — 2Pe 1:17
um Nome acima de todo nome — Fp 2:9
domínio, glória e reino — Dn 7:14
o livro selado — Ap 5:7
poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória, louvor — Ap 5:12
autoridade para reger as nações — Ap 2:27
a promessa do Espírito Santo — At 2:33
o trono de Davi — Lc 1:32
sujeição de todas as coisas — Ef 1:20–22
as nações por herança — Sl 2:8
Isaías
9:6 Afinal, um menino nos nasceu, um filho nos foi concedido, e o governo está sobre os seus ombros. Ele será chamado Conselheiro-Maravilhoso, Deus Todo Poderoso, Pai-Eterno; Sar-Shalom, Príncipe-da-paz.
10:21 Um remanescente Sear-Jasube, isto é, os sobreviventes voltarão! Sim, o remanescente de Jacó retornará para o Deus Todo Poderoso
✅ Os 10 pontos do seu Monoteísmo Não Binário Monoteísmo Não Binário
( esta é a minha forma de compreender atualmente )
1. O Pai não é o Filho.
Eles são pessoas diferentes.
2. O Filho não é o Pai.
Jesus tem identidade própria, distinta do Pai.
3. O Espírito Santo é uma pessoa distinta do Pai e do Filho.
Não é o Pai, não é o Filho, mas também não é uma força.
---
4. O Pai é o único Deus.
O Monoteísmo se encontra exclusivamente no Pai.
---
5. Jesus é a Palavra eterna e não criada de Deus.
Ele procede do Pai, é eterno, mas não é “outro Deus”.
---
6. O Espírito Santo é uma pessoa, mas é o Espírito do único Deus.
Ele procede do Pai como o Espírito que expressa a essência divina.
---
7. Apenas o Pai é Todo-Poderoso.
O Filho opera esse poder através do Espírito, manifestando os atributos do Pai.
---
8. O Filho e o Espírito estão sujeitos à vontade do Pai.
Existe uma ordem divina: o Pai como fonte, o Filho e o Espírito como procedentes.
---
9. O Espírito Santo não é apenas uma expressão, mas a própria essência viva de Deus.
Ele é pessoal, real e participante da divindade do Pai.
---
10. Jesus não é apenas “o” Filho de Deus, mas é eterno.
Não existem “três deuses todo-poderosos”.
Há um único Deus (o Pai), que existe com Sua Palavra (o Filho) e Seu Espírito (o Espírito Santo).
---
📌 Resumo final em uma frase
> Um único Deus (o Pai), cuja Palavra eterna é Jesus e cujo Espírito é pessoal e essencial; três pessoas distintas, mas apenas um Deus — o Pai — de quem tudo procede.
✅ Os 10 pontos do seu Monoteísmo Não Binário
1. O Pai não é o Filho.
Eles são pessoas diferentes.
2. O Filho não é o Pai.
Jesus tem identidade própria, distinta do Pai.
3. O Espírito Santo é uma pessoa distinta do Pai e do Filho.
Não é o Pai, não é o Filho, mas também não é uma força.
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4. O Pai é o único Deus.
O Monoteísmo se encontra exclusivamente no Pai.
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5. Jesus é a Palavra eterna e não criada de Deus.
Ele procede do Pai, é eterno, mas não é “outro Deus”.
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6. O Espírito Santo é uma pessoa, mas é o Espírito do único Deus.
Ele procede do Pai como o Espírito que expressa a essência divina.
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7. Apenas o Pai é Todo-Poderoso.
O Filho opera esse poder através do Espírito, manifestando os atributos do Pai.
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8. O Filho e o Espírito estão sujeitos à vontade do Pai.
Existe uma ordem divina: o Pai como fonte, o Filho e o Espírito como procedentes.
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9. O Espírito Santo não é apenas uma expressão, mas a própria essência viva de Deus.
Ele é pessoal, real e participante da divindade do Pai.
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10. Jesus não é apenas “o” Filho de Deus, mas é eterno.
Não existem “três deuses todo-poderosos”.
Há um único Deus (o Pai), que existe com Sua Palavra (o Filho) e Seu Espírito (o Espírito Santo).
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📌 Resumo final em uma frase
> Um único Deus (o Pai), cuja Palavra eterna é Jesus e cujo Espírito é pessoal e essencial; três pessoas distintas, mas apenas um Deus — o Pai — de quem tudo procede.
Eu acredito que
Eu não gostei, apenas organize o texto na forma em que fique fácil de entender, do jeito que escrevi ficou muita informação desconecta, tipo uma sopa de letras , ajuste todos o texto conforme o desenrolar do argumento e o assunto, / não precisa mudar muita coisa apenas juntar os assuntos , pois muita coisa do início só é desenvolvida no final ,eo que entra no final não responde oque esta no início, e eu acabei misturando , graça e obras, ai quem esta lendo, e tem pouco conhecimento não intenderia , e também tome cuidado para não transmitir uma , forma prepotente de ensinar, e dona da verdade)
Eu também posso ter misturado o coneceto e aplicação dos exemplos de graça e recompensa, então, verifique se o exemplo é compatível com o assunto...
Asseguir 2 textos ...
O mesmo mas com alguns acrecimos ... A conclusão é clara e fecha o argumento de forma definitiva: se houver trabalho por mérito, se houver qualquer criatura trabalhando diretamente para Deus como parte essencial da salvação, então essa criatura receberá a mesma posição que Deus, na forma de honra, igualando-se a Ele. Mas não é esse o caso. Aqui, é seriamente Jeová quem trabalha para Jesus.
Se o trono de Deus pudesse ser ocupado por mérito, qualquer criatura poderia alcançar o status de ter “todas as coisas debaixo dos seus pés”. Deus se tornaria o principal dominador, mas não o único. Portanto, o conceito de gloriar-se em Jeová, de 1 Coríntios 1, seria anulado pelo próprio Jesus — caso Ele fosse criado.
[ deixar mais irrefutável e mais fiel a doutrina da graça e obras E no mesmo estilo que escrevi, sem deixar pontas soutas , e provando o raciocínio, seja fiel ]
1 A minha tese é há limites para faser e receber ,
2 quem trabalha merece o salário
3 a criatura não ultrapassa a posição de servo , pois ao ultrapassar ela pode colocar em jogo a singularidade da Soberania, e glória e poder de Deus,
4 Deus não trabalha para criaturas no contexto de retribuição por mérito, e o conceito de graça não se aplica a Jesus pois o favor só é louvável para quem precisa, em outras palavras é como dar esmolas para alguém rico , ou se for o contrário o padrão contrata os serviços, e faz o serviço no lugar do trabalhador...
( obs, tanto em julgar quanto em salvar, reinar , é um servisso , e não apenas uma posição, ao dizer que Jesus recebeu por graça, é contratar alguém sem agilidade para salvar e condenar , reinar e mesmo assim a conta não fecha, pois o trabalho de qualquer criatura incapaz, resulta em remuneração pelo serviço..)
Ok agora a conclusão e argumento de bater o martelo , se ouver trabalho a mérito, se ouver qualquer criatura trabalhando diretamente para Deus, como parte exencial para salvação então, ela receberá a mesma posição que Deus na forma de honra, iglaalandose a Deus, mas não è este o caso , aqui è seriamente Jeová que trabalha para Jesus, se o trono de Deus pudesse ser ocupado por mérito, qualquer criatura poderia alcançar " o istatus de ter todas as coisas debaixo dos seus pés, deus se tornaria o principal dominador mas não o único, portanto, o conceito de glóriaarse de jeová , 1co 1 . È anulado pelo próprio Jesus ( criado ) .
Condense tudo num argumento sólido apanhado tudo de uma forma abrangente no texto, bem clara e fácil de entender, no jeito que escrevi.
A Posição Eterna de Cristo: Uma Refutação à Doutrina da Exaltação por Desempenho
Este artigo visa refutar a interpretação de que Jesus Cristo teria sido "promovido" à Sua posição atual no trono de Deus por mérito, desempenho ou como um prêmio após o ano de 1914. Utilizando João 17:5, Apocalipse 3:21 e Efésios 2, demonstraremos que a entronização de Cristo é inerente à Sua natureza divina, contrastando diretamente com a entronização dos salvos, que é um ato exclusivo da graça.
I. O Dilema da Posição de Cristo: Graça versus Obras
A exaltação a uma posição de autoridade, conforme as Escrituras, se manifesta em duas categorias distintas para as criaturas:
Pela Graça (Favor Imerecido): Aplicada somente a pecadores que são feitos "concidadãos dos santos e membros da família de Deus" (Efésios 2:19). O assentamento nos "lugares celestiais" é um dom, uma manifestação da "suprema riqueza da sua graça" (Efésios 2:6-8).
Pelas Obras/Mérito: Aplicada a criaturas que supostamente alcançam uma posição por esforço, dedicação ou desempenho.
A posição de Cristo à direita de Deus, conforme definida nos textos, não pode ser enquadrada em nenhuma dessas categorias, o que prova a Sua natureza Incriada.
1. Cristo Não Recebeu o Trono "Pela Graça"
Graça é para Pecadores: A graça é, por definição, um favor imerecido concedido a quem é culpado e precisa de resgate (Romanos 3:24).
Cristo é Sem Pecado: Jesus Cristo é descrito como Aquele que não cometeu pecado (1 Pedro 2:22; Hebreus 4:15).
Conclusão: Se Cristo não é pecador, Ele não pode ser o destinatário da graça salvadora no mesmo sentido que a criatura. Logo, Sua posição não é recebida pela mesma via que a dos salvos, mas é inerente à Sua essência.
2. Cristo Não Recebeu o Trono "Por Obras"
A doutrina que defende que Jesus foi promovido por desempenho implica duas consequências insustentáveis à luz da Bíblia:
Ele não possuía essa posição antes.
A glória seria devida ao mérito da criatura, e não ao Criador.
A Refutação de João 17:5:
Em Sua oração, Jesus pede ao Pai: "Glorifica-me junto a Ti, com a glória que Eu tinha contigo antes que o mundo existisse."
Implicação: Cristo pede para Lhe ser devolvida a glória que sempre teve, não para Lhe ser concedida uma glória nova.
Conclusão: A glória de Cristo é eterna e pré-existente à criação. Ele não foi "promovido" após o sacrifício, mas retomou a posição eterna da Palavra Incriada (João 1:1).
II. A Glória Exclusiva de Deus e a Desonra da Promoção de uma Criatura
A exaltação de uma criatura ao trono de Deus por mérito ou obras desonra a Deus, pois anula o princípio de que "ninguém venha a se orgulhar por esse motivo" (Efésios 2:9).
1. Por que a Posição Por Obras Desonra a Deus
Se uma criatura (como o arcanjo Miguel, na visão que se refuta) alcançasse a posição à direita de Deus por obras:
A Glória Seria da Criatura: A glória do sucesso seria para quem fez a obra. A criatura mereceria reconhecimento. Isso roubaria a glória que só pertence a Deus.
Igualdade com Deus: A criatura estaria em um patamar de remuneração igual ao de Deus (ao Seu lado), exigindo glória por ter feito uma obra que se tornou indispensável para a salvação.
Anulação da Graça: O princípio de Efésios 2:8, que anula o mérito humano, seria derrubado, pois o "salvador" seria, de fato, glorificado por sua obra, e não por sua natureza.
2. A Glória do Criador na Exaltação Pela Graça
A entronização das criaturas caídas ("os vencedores") juntamente com Cristo, conforme Apocalipse 3:21 e Efésios 2:6-7, só pode ocorrer pela graça para que Deus seja glorificado:
Manifestação da Misericórdia: Deus é louvado não por exaltar criaturas perfeitas que não precisavam, mas por manifestar a "suprema riqueza da sua graça" e misericórdia para com aqueles que precisavam ser resgatados.
A Obra Exclusiva de Cristo: O assentamento dos salvos é garantido unicamente pela obra de Cristo ("somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras"). A glória retorna totalmente a Deus, pois o mérito é de Seu Filho Incriado.
Portanto, o ato de sentar-se no trono, mencionado em Apocalipse 3:21 (assim como Eu venci e me assentei no meu Pai), é:
Para criaturas caídas: Uma manifestação da graça imerecida, que louva a Deus.
Para Cristo: Uma retomada da Sua glória eterna, provando que Ele é a Palavra Incriada (João 17:5).
III. Implicações Finais: A Natureza e a Soberania de Cristo
Os textos de Atos 2, Efésios 1 e Hebreus 1 confirmam a entronização imediata de Cristo na Sua ascensão, o que anula a data de 1914.
Posição Pós-Ascensão: "Assentou-se à direita da majestade nas alturas" (Hebreus 1:3).
Sujeição Universal: Deus "sujeitou todas as coisas aos seus pés" (Efésios 1:20-22).
A Palavra Incriada: A posição de Cristo à direita de Deus não é um prêmio concedido, mas a manifestação da Palavra Eterna, à qual toda a família no céu e na terra toma o nome (Efésios 3:14-15).
A entronização dos salvos (Apocalipse 3:21; Efésios 2:6) é uma promessa de união com Cristo, reservada a todo o corpo de Cristo (a Igreja, conforme Efésios 2), e não apenas a um grupo limitado.
Conclusão Irrefutável:
Cristo Não é Criatura: Ele sempre teve a glória e a posição (João 17:5).
A Glória Retorna a Deus: A entronização dos salvos é unicamente pela graça, garantindo que toda a glória volte para Deus, pois "somos feitura Sua, criados em Cristo."
1914 é Impossível: O pretérito perfeito em Apocalipse 3:21 ("me assentei") e os demais textos provam que o ato de sentar-se no trono é pós-ascensão, não inaugural em Apocalipse 5 ou em 1914.
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